Professores

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Mahaila Zayn

Chilena, formada em Letras pela FFLCH – USP (Espanhol/Português) e Pós-Graduada em Ensino de Espanhol para Brasileiros pela PUC.

Iniciou seus estudos na dança do ventre em 1998 com ShaharBadri e em 1999 passou a estudar com Lulu Hartenbach, de quem foi aluna por mais de uma década. Estudou com grandes nomes da dança oriental, entre eles Morocco, FaridaFahmy, GamalSeif e RandaKahmel.

Atua profissionalmente desde 2004, como bailarina e professora. Ministrou aulas no Instituto Livre de Artes em Santo André, no Centro CulturalShangriláe desde 2013 é responsável pela Oficina de Dança e Cultura numa escola particular em São Paulo, onde dá aulas para jovens entre 14 e 17 anos. Desde 2019 produz – em parceria com a professora de Artes Cênicas da Universidade Federal do Acre, Tânia Villarroel – o Sarau “De Dinah a Sherazade – as histórias que ninguém contou“ – projeto que acolhe aristas de diversas áreas numa proposta de carácter formativo e com temática diferente a cada ano.

Sua contundente formação na área pedagógica (sócio-construtivista) e os estudos de Ioga, Danças Brasileiras e formações no Instituto Ivaldo Bertazzo, permitiram que desenvolvesse um trabalho que contempla as diversas linguagens – pictórica, musical, corporal e escrita – visando desenvolver as inteligências múltiplas. Este trabalho possibilita um crescimento das capacidades de exploração do espaço cênico, da expressividade e da musicalidade, utilizando o repertório de passos da dança do ventre e de outras modalidades de dança.

“Por si só, nem o mais sincero sentimento é capaz de criar arte. Para tanto não lhe falta apenas técnica e maestria, porque nem o sentimento expresso em técnica jamais consegue reproduzir uma obra lírica ou uma sinfonia; para ambas coisas se faz necessário ainda o ato criador de superação desse sentimento, da sua solução, da vitória sobre ele, e só então esse ato aparece, só então a arte se realiza.

Eis que a percepção da arte também exige criação, porque para essa percepção não basta simplesmente vivenciar com sinceridade o sentimento que dominou o autor, não basta entender da estrutura da própria obra: é necessário ainda superar criativamente o seu próprio sentimento, encontrar sua catarse, e só então o efeito da arte se manifestará em sua plenitude”. (VIGOTSKY, 1999, p.314)

Código Dia Horário Tema Inscrição
22 2° Feira 14:00 / 15:15 Vivências motoras para dança: explorando o espaço cênico, a  expressão e a leitura musical Comprar

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